terça-feira, 26 de maio de 2026

Capacitação do Ibama melhora detecção de doenças em animais silvestres em Goiás

 

Treinamento em Goiânia reforça segurança das ações de reabilitação e soltura da fauna, aliando ações de conservação da biodiversidade e ciência.Mulher de jaleco branco com logomarca do Ibama estampada na manga do braço direito e outra logomarca do Cetas na parte da frente da roupa manipula, com luvas azuis, amostras de laboratório sobre uma bancada branca, paredes brancas e teto com tela e uma lâmpada tubular fluorescente.

Capacitação aborda Reação em Cadeia da Polimerase (PCR), exame de laboratório de alta precisão capaz de detectar vírus, bactérias e outros agentes infecciosos

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) iniciou um treinamento da equipe que atua em seu Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) com objetivo de aprimorar a identificação de doenças em animais atendidos pela unidade.

A capacitação é focada no uso da técnica conhecida como Reação em Cadeia da Polimerase (PCR), um exame de laboratório de alta precisão capaz de detectar vírus, bactérias e outros agentes infecciosos mesmo antes do aparecimento de sintomas.

O treinamento é realizado em parceria com o Laboratório de Sanidade de Aves da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e busca fortalecer os cuidados de saúde aplicados durante a triagem, a quarentena e a reabilitação dos animais silvestres.

Com a incorporação da técnica, a equipe passa a contar com mais segurança na avaliação clínica dos animais, especialmente nos momentos que antecedem a soltura. Isso reduz o risco de disseminação de doenças na natureza e contribui para a proteção das populações silvestres.

Além de qualificar o atendimento local, a iniciativa também fortalece a atuação da Rede Cetas, ao contribuir para a padronização de métodos de diagnóstico em todo o país.

A adoção de ferramentas mais precisas para detecção de doenças também auxilia no monitoramento de zoonoses — infecções que podem ser transmitidas entre animais e seres humanos —, ampliando a proteção da saúde ambiental e da população.


FONTE: Assessoria de Comunicação Social do Ibama

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