segunda-feira, 24 de julho de 2017

Ministério forma gestores no Espírito Santo









Curso ocorre na próxima semana em Cachoeiro
de Itapemirim (ES) e Linhares (ES). Ação integra
 a Agenda Ambiental na Administração Pública.

DA REDAÇÃO
O Espírito Santo será o próximo estado a receber o
 Programa Nacional de Formação e Capacitação de 
Gestores Ambientais (PNC). Na próxima semana,
 o Ministério do Meio Ambiente (MMA) promoverá
 a capacitação nas cidades de Cachoeiro de Itapemirim
 (24 e 25/07) e Linhares (26 e 27/07). O programa consiste
 em um curso semipresencial coordenado pelo MMA em
 parceria com a Secretária de Estado da Agricultura e 
Abastecimento, Aquicultura e Pesca do Espírito Santo e
 outras instituições locais. 
O PNC é realizado por meio da Agenda Ambiental na
 Administração Pública (A3P), programa do MMA para a
 melhoria da eficiência dos órgãos públicos por meio
 de atividades capazes de gerar menos gastos e
 menor impacto sobre o meio ambiente.
O secretário de Articulação Institucional e Cidadania 
Ambiental do MMA, Edson Duarte, participará da abertura
 do curso em Cachoeiro do Itapemirim, nesta segunda-feira 
(24/07). Segundo ele, o tema ambiental perpassa todas
 as áreas da gestão pública, desde a economia,
 a educação e a saúde. “A ideia é capacitar e formar
 agentes públicos para conhecer e ter acesso a programas 
e recursos, nacionais e internacionais, que podem ser
 aplicados para melhorar a qualidade de vida no ambiente
 rural e urbano e promover a sustentabilidade”, explica. 
PÚBLICO
A formação tem como público alvo os gestores públicos 
ligados à temática do meio ambiente. O objetivo é
 desenvolver uma abordagem sistêmica e um conjunto 
de instrumentos de intervenção na realidade local,
 tendo a gestão ambiental como foco.
A modalidade do curso será semipresencial, com 16
 horas presenciais e 80 horas a distância, pela plataforma Moodle,
 o que permitirá a troca de experiências entre os participantes.
 As vagas são limitadas e as inscrições 
encerram-se nesta sexta-feira (21/07),
pelo e-mail programapnc.mma@gmail.com ou pelo telefone (27) 3019-8619.
Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA)

Edital promove sustentabilidade na siderurgia










DA REDAÇÃO 
Estão abertas as inscrições para chamada pública com
 o objetivo de garantir a sustentabilidade na siderurgia
 do país. Até 24 de agosto, os interessados poderão se
 candidatar para participar do “Mecanismo de Apoio
 ao Desenvolvimento, Melhoria e Demonstração de 
Tecnologias Sustentáveis de Produção e Uso de Carvão 
Vegetal na Indústria Siderúrgica”, inciativa do Ministério
 do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Programa das
 Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), por meio do
 Projeto Siderurgia Sustentável. 
O objetivo do edital é selecionar instituições, públicas ou privadas,
 que prestem serviços para os setores de ferro-gusa, aço, 
ferroligas, de produção de carvão vegetal, ou que trabalhem
 com inovações produtivas e sustentabilidade e, que por meio 
de arranjos tecnológicos, possibilitem a produção sustentável do
 carvão vegetal e de seus coprodutos, bem como o estímulo ao
 uso desse termorredutor na indústria.
“A chamada pública em curso constitui uma das mais
 relevantes etapas do Projeto Siderurgia Sustentável”, 
destaca o secretário de Mudança do Clima e Florestas 
do MMA, Everton Lucero. “A seleção de tecnologias sustentáveis
 de produção e uso de carvão vegetal permitirá construir um
 mecanismo inovador de demonstração de reduções de
 emissões de gases de efeito estufa mensuráveis, 
passíveis de relato e verificáveis na siderurgia, um setor de extrema
 relevância para a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC)
 do Brasil ao Acordo de Paris”, acrescenta.
REDUÇÃO
No dia 31 de julho, ás 14h30, será realizada uma Audiência Pública,
 em Belo Horizonte, com objetivo de prestar esclarecimentos
 sobre o edital. Com o Mecanismo de Apoio, o Projeto Siderurgia
 Sustentável busca alcançar uma redução mínima de emissão de
 gases de efeito estufa de 270 kg CO2e/tonelada de carvão
 vegetal produzido, além de catalisar, no mínimo, uma capacidade
 produtiva de 80 mil toneladas de carvão vegetal ao ano com o
 uso de tecnologias e/ou processos sustentáveis.
O Projeto Siderurgia Sustentável é uma parceria entre 
PNUD e MMA com apoio dos ministérios de Ciência, 
Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e de Indústria,
 Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e Governo do Estado
 de Minas Gerais. O projeto conta com recursos do 
Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).


SERVIÇO:
Audiência pública sobre o edital
Data: 31 de julho
Horário: 14h30
Local: Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais,
 Auditório “Marco Túlio”, Rua da Bahia,
 1.600 - Bairro Lourdes – Belo Horizonte (MG)
Inscrições: enviar nome e instituição para
 siderugiasustentavel@gmail.com, até 27 de julho. 

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA)

terça-feira, 18 de julho de 2017

Governo fortalece gestão costeira no país

Em Florianópolis, gestores analisam sistema 
que promove a segurança da zona litorânea. 
Mais de 45 milhões de pessoas vivem na costa do país.

Para fortalecer a gestão da zona litorânea do país, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizaram nesta semana o 5° Curso de Capacitação do Sistema de Modelagem Costeira (SMC BRASIL). Gestores do Sul e do Sudeste do país avaliaram, em Florianópolis (SC), o sistema que aprimora as análises das obras feitas na costa brasileira e, assim, garante a segurança da área.
O SMC-Brasil é um sistema que trabalha com modelagem e também dispõe de metodologias que produzem informações importantes para o planejamento e a qualificação das tomadas de decisões destinadas ao litoral brasileiro.
O secretário de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental (SRHQ) do MMA, Jair Tannús Junior, explicou que a zona costeira brasileira concentra grande parte da população do país, com cerca de 45 milhões de habitantes. A maioria deles está concentrada nas 16 regiões metropolitanas à beira-mar. “Os riscos de inundação nessas regiões estão fortemente relacionados ao avanço do mar, uma vez que se tratam de ambientes dinâmicos influenciados diretamente por ondas e correntes marinhas”, afirmou.
Segundo ele, o cenário está associado, também, a processos antrópicos (ação humana) que potencializam os efeitos da erosão e, assim, conferem à orla peculiaridades que requerem esforços permanentes para manutenção de seu equilíbrio dinâmico.
AVALIAÇÕES
O curso contou com a participação de cerca de 30 gestores do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O coordenador do projeto SMC Brasil, Antonio H. F. Klein, da UFSC, destacou que o sistema “é um conjunto de metodologias que visam preparar o Estado brasileiro por meio dos seus representantes e servidores para fazer melhores avaliações das obras costeiras implantadas ao longo do litoral do Brasil”. Segundo ele, o foco da 5° edição do curso SMC é fomentar a gestão de políticas e de intervenções estabelecidas para a área.
De acordo com o analista de infraestrutura Diego de Oliveira, do MMA, o curso abordou a execução de políticas e a compreensão dos problemas da zona litorânea. “O objetivo é que estes gestores públicos se capacitem para interpretar minimamente os resultados de uma modelagem customizada para o Brasil, com dados da costa brasileira”, explicou.
Para o professor Alessandro Filippo, vice-diretor da Faculdade de Oceanografia da UERJ, a iniciativa contribui para a instrumentalização da gestão integrada da costa brasileira. “Há várias questões estratégicas que precisam ser trabalhadas. A ideia é multiplicar a formação de recursos humanos com conhecimento nesta ferramenta de gestão”, afirmou.
O Brasil passou a deter competência para gerir a ferramenta do SMC-Brasil após a experiência adquirida pela UFSC, com a articulação do MMA, no que se refere ao arranjo federativo. A partir daí, no fim de 2016, foi celebrado um novo projeto com a UFSC denominado Capacitação de gestores e pesquisadores públicos atuantes na gestão costeira. Já houve cursos em São Paulo, Recife e Brasília. A previsão é que, no fim do ano, seja realizada a sexta edição da capacitação, voltada para gestores do Norte e do Nordeste, em Natal (RN).
O SISTEMA
Em 2010, o Brasil fechou acordo de cooperação técnica com o governo espanhol que viabilizou a troca de experiências para o desenvolvimento de um sistema semelhante ao usado na Espanha, adaptado à realidade brasileira. A medida resultou no desenvolvimento do Sistema de Modelagem Costeira Brasil (SMC Brasil).
Como continuidade dessa iniciativa, o Projeto Transferência de Metodologias e Ferramentas de Apoio à Gestão da Costa Brasileira contribui para uma melhor gestão da costa brasileira, permitindo, entre outros, entender e propor soluções para problemas de erosão que ocorrem em quase 40% da costa brasileira, estudar impactos ambientais, delimitar zonas de domínio público e privado ao longo do litoral permitindo recuperar espaços públicos já ocupados e proteger as populações em áreas de risco.
Este projeto é baseado na transferência de metodologias de modelagem para o gerenciamento costeiro brasileiro, utilizando a ferramenta Sistema de  Modelagem Costeira (SMC) customizada para o Brasil, com dados da costa brasileira.

FONTE: MMA - MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA)

POR: Sândyla Brenda - Assessora de Comunicação do INAMA BRASIL


sexta-feira, 30 de junho de 2017

XXI Seminário Nordestino de Pecuária


O Seminário Nordestino de Pecuária – PECNORDESTE é um importante evento do agronegócio promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará – FAEC, pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Ceará – SENAR/CE, pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Ceará – SEBRAE e pelos Sindicatos dos Produtores Rurais, que durante todos esses anos de realização apresentaram diferentes alternativas de produção e debateram temas relevantes para o Agronegócio Nordestino, buscando, sempre, a melhoria das condições de trabalho e o acesso ao conhecimento pelos produtores rurais e micro e pequenos empresários do meio rural. O XXI Seminário Nordestino de Pecuária será realizado de 06 a 08 de julho, no Pavilhão Leste do Centro de Eventos do Ceará e abordará, diante da possibilidade do 5º ano consecutivo de seca, a problemática da água e sua importância nas atividades agropecuárias e no dia-a-dia do homem do campo, debatendo ideias e propondo alternativas para conviver com a escassez desse bem tão importante para as atividades do agronegócio da Pecuária.
Além da programação técnica, o evento conta com uma área de 5 mil m2 para exposição, onde serão realizados a XXI Feira de Produtos e de Serviços Agropecuários, a VI PECLEITE – Exposição Especializada de Bovinos e Caprinos Leiteiros e a III Galeria dos Garanhões, estimulando a geração de negócios nas áreas de máquinas e equipamentos, animais, insumos, produtos agropecuários, agroindustriais e artesanais, apoiando o setor produtivo na realização de investimentos, na comercialização de produtos, na apresentação de serviços e incentivando às atividades não agrícolas no meio rural, principalmente, o artesanato e o turismo no espaço rural e natural.

 Programação

 

Solenidade de Abertura do XXI Seminário Nordestino de Pecuária
Dia 06 de Julho (Quinta-Feira) – 09h
Local: Auditório 5/6 – Mezanino I – Pavilhão Leste

Programação Técnico-Científica (palestras, mesas redondas, oficinas, minicursos e painéis)
06 de Julho – 13h30min às 18h
07 de Julho – 09h às 12h e 13h30min às 18h
08 de Julho – 09h às 12h e 13h30min às 16h50min
Para participar, é necessário fazer a inscrição e selecionar 1 segmento.

XXI Feira de Produtos e de Serviços Agropecuários
Entrada Gratuita
De 06 a 08 de Julho
Horário de Funcionamento – 11h30min às 21h30min
Local: Pavilhão Leste – Portão D – Entrada por trás da Washington Soares

VI PECLEITE E III GALERIA DOS GARANHÕES
Entrada Gratuita
De 06 a 08 de Julho
Horário de Funcionamento – 08h às 21h30min
Local: Estacionamento do Pavilhão Leste – em frente ao Portão D

FORMATO DO EVENTO
§  Seminários Setoriais, com a participação dos segmentos de apicultura, aquicultura e pesca, artesanato, avicultura, bovinocultura, caprinovinocultura, equinocultura e suinocultura;
§  Seminário Cearense de Palma Forrageira;
§  Oficinas de Capacitação;
§  Seminário Oportunidades de Negócios para o Turismo Rural no Ceará;
§  Seminário de Contabilidade Rural;
§  Encontro Sindical Rural;
§  XXI Feira de Produtos e de Serviços Agropecuários;
§  VI PECLEITE – Exposição Especializada de Bovinos e Caprinos Leiteiros;
§  Galeria dos Garanhões


 PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO ACESSE:  http://pecnordestefaec.org.br/2017/inscricoes/

Comissão Organizadora
Coordenação Geral – Paulo Helder de Alencar Braga
Coordenação Técnico-Científica – Eduardo Mello Barroso
Coordenação Técnica – Eduardo Queiroz de Miranda
Coordenação Financeira – Carlos Bezerra Filho


FONTE:   Site Oficial   -   http://pecnordestefaec.org.br/2017/


Por:   Sândyla Brenda – Assessoria de Comunicação – INAMA BRASIL 

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Plano ABC

Tecnologias para pecuária de baixa emissão de carbono serão apresentadas no Ceará

Uma das discussões em fórum, marcado para o dia 7 de julho, será em torno da produção de biogás a partir de dejetos

Novas tecnologias e alternativas para a redução de emissão de carbono serão apresentadas no 1º Fórum sobre Pecuária de Baixa Emissão de Carbono, no próximo dia 7, no PECNordeste 2017 (Seminário Nordestino de Pecuária), em Fortaleza. O fórum realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com apoio do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e da Embrapa acontecerá, depois, nas demais regiões. “Vamos tratar do aproveitamento de resíduos e o consequente aumento de renda dos pecuaristas, estimulando o uso adequado do biofertilizante gerado pela própria atividade”, adianta o consultor do Mapa e médico veterinário, Cleandro Pazinato Dias.
O objetivo é sensibilizar a cadeia produtiva de bovinos de corte e leite para o uso de tecnologias que, além de reduzir emissões propiciem a sustentabilidade, como a gestão racional da água e dos alimentos, a implantação de biodigestores, compostagem e a geração de energia elétrica por meio do biogás produzido a partir de dejetos, inclusive em sistemas confinados. A avaliação sobre a viabilidade de cada projeto em todas as regiões será concluída ainda no segundo semestre deste ano.
O auditor fiscal federal agropecuário do Mapa e coordenador técnico do projeto, Sidney Medeiros, destaca a importância do projeto na contribuição da meta global do Plano Setorial de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas na Agricultura, Plano ABC.
Voltado para produtores, técnicos, acadêmicos e agentes financiadores, o evento no Ceará é resultado de levantamentos realizados por meio do Projeto “Pecuária de Baixa Emissão de Carbono: geração de valor na produção intensiva de carne e leite”. Entre os palestrantes, além de Sidney Medeiros, estão os consultores Cleandro Pazinato Dias, Fabiano Coser e o pesquisador da Embrapa, Marcelo Henrique Otenio.



Tayara Beraldi
Assessora de Imprensa
Pecuária de Baixa Emissão de Carbono
Geração de valor na produção intensiva de carne e leite
imprensa@bovinosabc.com.br



FONTE: http://www.agricultura.gov.br


POR: Sândyla Brenda – Assessoria de Comunicação

domingo, 4 de junho de 2017

Aviso de Pauta: Dia Mundial do Meio Ambiente

Ampliação de unidades de conservação e lançamento do programa Plantadores de Rios marcam cerimônia no Palácio do Planalto.  

O presidente da República, Michel Temer, e o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, anunciam uma série de medidas em favor da conservação do meio ambiente no Brasil, durante cerimônia em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente. O evento será realizado na segunda-feira (05/06), às 11 horas, no Salão Leste do Palácio do Planalto. 
Uma das iniciativas é a assinatura do decreto presidencial que ampliará a área do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, de 65 mil para 240 mil hectares. Também haverá lançamento do programa Plantadores de Rios, que tem por objetivo proteger e recuperar nascentes e Áreas de Preservação Permanente (APP) de cursos d’água.
Após o ato, o ministro Sarney Filho, o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ricardo Soavinski, e o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Raimundo Deusdará, concedem entrevista coletiva à imprensa.

PAUTA
Comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente 
Dia: Segunda-feira, 05 de junho de 2017
Horário: 11 horas
Local: Salão Leste do Palácio do Planalto, Brasília-DF


Credenciamento de Imprensa deve ser solicitado ao Palácio do Planalto 
Telefones: (61) 3411-1236/1269/1249/1267 – www.planalto.gov.br

  FONTE: Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA)



Sândyla Brenda – Assessora de Comunicação – INAMA BRASIL

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Especialistas defendem a camada de ozônio

Profissionais do setor de espumas discutem, em São Paulo, alternativas às substâncias destruidoras da camada de ozônio encontradas no processo industrial.

Cerca de 90 especialistas do setor de isolamento térmico em geladeiras e outros artigos se reúnem  em São Paulo nesta semana (24/05 e 25/05) para o seminário sobre Formulação para Espumas Rígidas de Poliuretano, organizado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).
O encontro foi realizado no contexto do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH), que tem como uma de suas metas proibir a importação de HCFC-141b a partir de 1º de janeiro de 2020 para o setor de espumas. O HCFC-141b é uma substância destruidora da camada de ozônio (SDO) e importante insumo para o setor de espumas de poliuretano por seu uso como agente de expansão.
A gerente de Proteção da Camada de Ozônio do MMA, Magna Luduvice, destacou que a parceria com o setor privado é fundamental para a implementação do PBH. “Este seminário foi uma oportunidade para nos aproximarmos, principalmente, das pequenas e médias empresas”, afirmou Luduvice.
Segundo ela, para substituir as SDOs, cada empresa deve escolher qual substância melhor se adequa a sua realidade. “Contudo, cabe a nós mostrarmos quais são as alternativas disponíveis atualmente. É nesse contexto que se insere esse seminário, com o objetivo de mostrar quais são essas substâncias e quais suas principais propriedades”, completou Luduvice.

OPORTUNIDADES
A oficial de Programas para Desenvolvimento Sustentável do Pnud, Rose Diegues, afirmou que as discussões ocorrem em um momento-chave para o setor de manufatura de espumas de poliuretano no Brasil diante da futura proibição da importação do HCFC-141b. “Essa nova realidade implicará em uma transição tecnológica permanente que abre desafios para esse setor, mas que também traz consigo inúmeras oportunidades”, explicou.
“Para o setor industrial, esse seminário é fundamental para melhor se informar sobre os processos de formulação das espumas de poliuretano sem utilizar as substâncias que destroem a camada de ozônio”, afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Poliuretanos (Abirpur), Orlando Galdino.
A representante da Abiquim no evento, Andrea Cunha, complementou que o encontro, além de permitir que o setor aprofunde conhecimentos no processo de formulação, reforça os compromissos com o PBH.
“Todas as empresas que compõem a Comissão Setorial de Poliuretano tiveram participação importante no evento, com apresentações dos diversos temas relacionados à produção do poliuretano”, afirmou a gerente interina da unidade de implementação e monitoramento do Protocolo de Montreal do Pnud, Ana Paula Leal.
O especialista internacional em espumas de poliuretano do Pnud, Miguel Quintero, concluiu: “Esta foi a primeira vez que a América Latina recebeu um seminário dessa magnitude, que englobasse todos esses aspectos da formulação de espumas rígidas de poliuretano”.

SAIBA MAIS
A camada de ozônio protege a vida na Terra contra radiações ultravioletas, associadas a doenças como câncer de pele e danos à fauna e à flora. Aberto em 1987, o Protocolo de Montreal é um acordo entre 197 países para eliminar gradativamente substâncias nocivas ao ozônio. Entre elas, estão os clorofluorcarbonos (CFCs), antes encontrados em geladeiras, e os HCFCs.
O Brasil aderiu ao Protocolo de Montreal em 1990 e, em 2010, zerou o consumo dos CFCs. Embora tenham menor potencial de degradação da camada de ocônios, os HCFCs também devem ser substituídos na indústria por outros compostos químicos. Além dos equipamentos de refrigeração e ar-condiconado, os HCFCs são usados em produtos com espumas em geral, como colchões, estofados e volantes de carro.




FONTE:  Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA)


POR: Sândyla Brenda - Assessoria de Comunicação INAMA BRASIL