quarta-feira, 18 de maio de 2022

MMA participa de congresso que vai debater soluções para o crescimento verde no Brasil

 Durante o congresso, que vai de 18 a 20 de maio, o gabinete do ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, será transferido para o local do evento, no Rio de Janeiro.

        O Ministério do Meio Ambiente (MMA) participa, com apoio institucional, do Congresso Mercado Global de Carbono – Descarbonização & Investimentos Verdes, evento que começa HOJE, quarta-feira (18/05) e vai até sexta-feira (20/05), no Rio de Janeiro.

        O congresso vai conectar estratégias corporativas, projetos e cases, além de orientar políticas públicas que impulsionam a economia verde no Brasil.

        Durante três dias, mais de 100 especialistas, entre empreendedores e líderes de grandes corporações nacionais e internacionais, estarão juntos para debater e propor soluções inovadoras e de tecnologia para que o país se torne um exportador de energia verde para o mundo e caminhe para a neutralidade em emissões de gases de efeito estufa.

    Cidades inteligentes e a mobilidade urbana, fontes renováveis de energia, infraestrutura e logística verdes e créditos de carbono e a floresta nativa estão entre os temas debatidos com a participação de mais de 70 CEOs de grandes empresas nacionais e internacionais.

       Durante o congresso, o gabinete do ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, será transferido para o local do evento, no Jardim Botânico. No Ministério itinerante, o ministro pretende manter uma intensa agenda de reuniões com os mais diversos setores do mercado, para avançar na criação de políticas sustentáveis e crescimento verde. Joaquim Leite também será um dos palestrantes, que conta ainda com outras autoridades do Governo Federal, como o presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro, o presidente da Petrobras, José Mauro Ferreira Coelho, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o ministro da Economia, Paulo Guedes, o ministro das Relações Exteriores, Carlos França. Os ministros Bruno Bianco Leal, da Advocacia-Geral da União (AGU), e Wagner Rosario, da Controladoria-Geral da União (CGU), participam de painel sobre governança verde. Marcelo Sampaio, ministro da Infraestrutura, e Paulo Alvim, de Ciência, Tecnologia e Inovações, debatem o crescimento verde.

O evento
       O Congresso Mercado Global de Carbono – Descarbonização & Investimentos Verdes é realizado pelo Banco do Brasil e pela Petrobras. Além do MMA, o evento tem apoio institucional do Banco Central do Brasil.
A abertura será nesta quarta-feira (18/05), às 9h, no Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.

    Serão 24 painéis apresentados em quatro salas temáticas, além de sessões plenárias no início de cada um dos dias, totalizando mais de 100 palestrantes. Também serão apresentados 120 cases de sucesso de empreendedores verdes em quatro miniauditórios.

    Todas as palestras terão tradução simultânea. Mais informações podem ser obtidas no site do Congresso (https://mercadoglobaldecarbono.com.br/).


FONTE: Ministério do Meio Ambiente

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Ministério do Meio Ambiente abre inscrições para três cursos voltados para o turismo ecológico

 As inscrições começaram nesta segunda-feira (09/05) e vão até o dia 20 de maio. Os cursos poderão ser realizados de 9 de maio a 17 de junho.


Foto: Josângela Jesus

  Em comemoração ao Dia Nacional do Turismo, celebrado no dia 8 de maio, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) abriu as inscrições para três cursos voltados para o setor.

  O primeiro, "Elaboração de Trilhas Interpretativas”, tem o objetivo de orientar profissionais do turismo sobre elaboração de estratégias de educação ambiental em trilhas ecológicas. Por meio de recursos teóricos e práticos, eles vão receber orientações sobre como integrar o público ao meio ambiente nas trilhas.

  A promoção de ações pedagógicas associadas ao lazer e turismo valorizam o patrimônio natural do País, enriquecendo os serviços nos parques nacionais, aumentando a visitação e, assim, atraindo mais recursos para a proteção do meio ambiente.

  O segundo curso, “Turismo de Base Comunitária”, busca incentivar o desenvolvimento de atividades turísticas sustentáveis por comunidades locais, fomentando o ecoturismo e a educação ambiental em todo o País. A iniciativa promove a conscientização ambiental, contribuindo para a conservação do meio ambiente e valorização do patrimônio natural. De acordo com o MMA, a promoção do ecoturismo sustentável integra os habitantes locais e incentiva o empreendedorismo na região. Com isso, a população é beneficiada com a geração de emprego e renda e a conservação do meio ambiente se torna parte integrante da economia local.

  Já o terceiro curso, “Noções Básicas de Condução Ambiental no Ecoturismo”, busca introduzir e aprofundar o conhecimento de guias turísticos e condutores de visitantes que trabalham no setor do ecoturismo. O objetivo do curso é incentivar o desenvolvimento de atividades turísticas sustentáveis por comunidades locais, fomentando o ecoturismo e a educação ambiental.

  Os cursos serão ministrados de forma remota, pela plataforma online do Educa+, aberta para toda a população e 100% gratuita. As inscrições começaram nesta segunda-feira (09/05) e vão até o dia 20 de maio. Os cursos poderão ser realizados de 9 de maio a 17 de junho. São duas mil vagas para cada curso. Para se inscrever, os interessados precisam acessar o portal ead.mma.gov.br, clicar em “ abertas” e em "inscreva-se''.

  Os três cursos foram disponibilizados ao longo de 2021 na plataforma Ead do MMA e receberam quase 25 mil inscrições. Desta vez, os três estão sendo ofertados simultaneamente.

Educa+
A plataforma Educa+ é uma iniciativa do MMA para disponibilizar cursos e palestras voltados à educação ambiental. Os conteúdos ficam abertos para o público em plataformas gratuitas e digitais, no site e canais oficiais do MMA.


FONTE: Ministério do Meio Ambiente - MMA

Ibama apreende 60 mil estacas de madeira em Operação no Pará

 Montante encontrado representa a maior apreensão da espécie acapu no Estado

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  O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), por meio da Operação Rotina, apreendeu 1.200 m³ de estacas, mourões e barrotes de acapu (Vouacapoua americana) no município de Moju, nordeste do Pará. A carga ilegal, que estava às margens do rio da região, foi recuperada devido à uma denúncia recebida pela Ouvidoria do Ibama.

   A madeira encontrada está na lista de espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção, assim, o corte e a comercialização são proibidos conforme prevê a Portaria MMA nº433/2014. Os responsáveis pelo crime ambiental ainda não foram identificados e o valor estimado da multa é de R$ 360.000,00.

  “Os ilícitos ambientais são combatidos a cada operação e, com mais esta ação, o Ibama confirma o compromisso com a preservação ambiental na Amazônia”, conclui o Superintendente do Ibama no Pará, Rafael Ângelo Juliano. Essa é a maior apreensão de acapu realizada no Estado do Pará.

  Neste primeiro momento, a madeira será doada às secretarias municipais de meio ambiente, que deverão direcionar o material às iniciativas de ação social que ocorrem em cada área.


FONTE: Assessoria de Comunicação Social do Ibama

quarta-feira, 30 de março de 2022

Na semana Mundial da Água, Ministério do Meio Ambiente promove curso gratuito sobre boas práticas para preservação da zona costeira e marítima

 

Serão oferecidos 2 mil vagas para capacitação no ambiente virtual do Educa+. As inscrições podem ser realizadas até 1 de abril.











Foto: Zack/MMA

   Estão abertas as inscrições para a quarta edição do curso “Conduta Consciente na Zona Costeira e Marinha: Combate ao Lixo no Mar”. Com carga horária de 20 horas, o conteúdo será disponibilizado por meio do Educa+, a plataforma de Ensino a Distância do Ministério do Meio Ambiente. Ao todo, duas mil pessoas poderão participar das aulas.

   O curso é gratuito e tem como objetivo alertar e sensibilizar a sociedade para a importância da conservação dos ecossistemas na zona costeira e marinha, além de estimular práticas responsáveis para a melhoria da qualidade do ambiente e o cuidado com os recursos naturais.

   No primeiro módulo, são apresentados os diversos ecossistemas e as atividades econômicas e recreativas desenvolvidas nos locais. Nos demais módulos, os participantes encontram conteúdo sobre boas práticas, atividades e mutirões de limpeza, bem como orientações sobre consumo responsável e descarte adequado de resíduos sólidos como meio de atenuar o volume de lixo marítimo.

   A adoção de comportamentos ambientalmente responsáveis na realização de atividades produtivas, turísticas, recreativas e educativas promove mais qualidade de vida para quem habita e frequenta as cidades costeiras e marinhas do Brasil. Além disso, soluções inovadoras voltadas à transformação dos resíduos sólidos em produtos com valor agregado geram benefícios econômicos para a região e contribuem com a recuperação dos ecossistemas.

   As inscrições podem ser realizadas até 1 de abril e os participantes podem iniciar o curso a qualquer momento durante o período de vigência das matrículas.

Clique aqui para realizar sua inscrição.


Combate ao Lixo no Mar

   Lançado em 2019 pelo Ministério do Meio Ambiente, o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar é um dos eixos prioritários da Agenda Nacional de Qualidade Ambiental Urbana. O objetivo principal é enfatizar ações de resposta imediata, como mutirões de limpeza de praia e conscientização da população, visando reduzir os impactos ambientais, sociais e econômicos provocados pelo problema.

Saiba mais sobre o Combate ao Lixo no Mar.


FONTE: MMA

quinta-feira, 17 de março de 2022

Dia Nacional dos Animais

Estão abertas inscrições para 2 mil vagas em curso gratuito sobre guarda responsável de cães e gatos


O Ministério do Meio Ambiente quer incentivar a posse responsável, garantir o devido acolhimento desses animais e combater maus tratos






   No dia Nacional dos Animais, comemorado no dia 14 de março, a Secretaria de Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente, abre inscrições para mais um curso gratuito voltado para quem busca garantir uma relação saudável e consciente com bichinhos de estimação, como cães e gatos. O curso “Guarda Responsável e Bem-Estar de Cães e Gatos”, é gratuito e tem 2 mil vagas abertas, com inscrições de 14 a 25 de março.

   Voltado a qualquer interessado sobre o assunto, o curso aborda boas práticas para uma vida saudável, feliz e afetuosa entre tutores e seus animais. “É um curso que pretende apoiar, com insumos, ensinar e aumentar o grau de conhecimento das pessoas em geral, de todas as faixas etárias e com todo tipo de formação, sobre cães e gatos. Fala sobre tratamentos, a necessidade de cuidado com a saúde, sobre posse responsável, combate a maus tratos, sobre a necessidade de controle populacional e sobre uma base de legislação e regulamentação”, explica a secretária de Biodiversidade do MMA, Beatriz Milliet.

   A carga horária do curso é de 20 horas e o conteúdo será disponibilizado 100% on-line, por meio do Programa Educa+, na plataforma de Ensino a Distância do MMA. Os participantes poderão iniciar o curso a qualquer momento após a realização da inscrição, no horário que for mais conveniente para o inscrito.

Defesa dos animais

   No dia Nacional dos Animais, a secretária de Biodiversidade do MMA, Beatriz Milliet, destaca a importância de uma reflexão sobre a posse e guarda responsável e o entendimento sobre o comportamento dos animais, para que eles sejam devidamente acolhidos. “O tutor precisa estar ciente e se tornar responsável por esse cão ou gato ao longo de toda a sua vida”, pontua.

   De acordo com a secretária, o Governo Federal vem avançando em políticas voltadas à proteção dos animais. Em 2020, foi lançada uma Coordenação-Geral Nacional de Proteção e Defesa de Animais dentro Ministério do Meio Ambiente. Beatriz Milliet ressaltou que foi possível, por exemplo, investir recursos em ações efetivas de cuidados com os animais. “Em 2021 já podemos contar com R$ 22 milhões em verbas de emendas parlamentares para concretizar acordos entre o MMA, prefeituras e organizações da sociedade civil para a compra de insumos, equipamentos, campanhas de educação e castração, porque é importante esse controle reprodutivo, e, inclusive um hospital veterinário”, reforçou Milliet.

Clique aqui para realizar sua inscrição


FONTE: Ministério do Meio Ambiente

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Ministério do Meio Ambiente discute a importância da preservação das áreas úmidas

 


Especialistas participaram de live que destacou a importância das áreas úmidas para a preservação da biodiversidade e sequestro de carbonoCompartilhe por Facebook
        A preservação das áreas úmidas brasileiras é fundamental para a manutenção da biodiversidade do país e tem um papel importante no sequestro e armazenamento de carbono. Essa é a conclusão de especialistas da área que participaram de uma live promovida pelo Ministério do Meio Ambiente para comemorar o Dia Mundial das Áreas Úmidas, celebrado nesta quarta-feira (02).             A professora Maria Teresa Fernandez Piedade, do Grupo Mauá “Ecologia, Monitoramento e Uso das Áreas Úmidas", do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), abordou a importância das áreas úmidas para manutenção da biodiversidade. Ela fez um relato histórico da Convenção de Ramsar sobre Áreas Úmidas, assinado na época de sua criação por 18 nações, na cidade iraniana de Ramsar, e que entrou em vigor em dezembro de 1975 como o primeiro dos modernos tratados intergovernamentais globais sobre a conservação e o uso sustentável de recursos naturais. A medida foi promulgada no Brasil em maio de 1996. Atualmente 176 países fazem parte da Convenção.
Maria Teresa destacou que a criação do Comitê Nacional de Zonas Úmidas (CNZU) foi um avanço fundamental, por ser um colegiado responsável por discutir a internalização da Convenção no Brasil, promovendo discussões acerca da conservação e uso sustentável das áreas úmidas. Segundo ela, 30% da bacia amazônica se enquadra em critérios internacionais de zonas úmidas. Outro bioma importante de área úmida no Brasil é o Pantanal, com cerca de 150 mil km² de terra alagada.   “[Esses ambientes] purificam a água, recarregam as águas subterrâneas, retêm sedimentos, regulam o microclima e abrigam uma mega biodiversidade. O Brasil é um país megadiverso em parte porque tem uma mega diversidade de áreas úmidas também”, ressaltou a professora. 
        Maria Tereza frisou ainda que na várzea amazônica existem mais de mil espécies de árvores adaptadas à inundação e que isso beneficia tanto os animais aquáticos quantos os que vivem sobre a floresta. 

Sequestro de carbono
    O professor Mário Luiz Gomes Soares, do Núcleo de Estudos em Manguezais da Faculdade de Oceanografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, lembrou que os manguezais estão em quase toda a faixa litorânea brasileira. São 1,3 milhão de hectares, sendo que o trecho entre o Maranhão e o Amapá abriga cerca de 80% dos manguezais brasileiros e conta com 6.500 km² desse tipo de floresta. Ele destacou a importância dos manguezais no sequestro e armazenamento do carbono. “Quando a gente considera o carbono subterrâneo, que está tanto na biomassa de raízes quanto o armazenado no sedimento dos manguezais, esse sistema toma uma magnitude como reservatório de carbono extraordinária, podendo chegar de seis a até dez vezes mais carbono por área do que as florestas tropicais terrestres”, destacou.
        Para o professor, os manguezais são um importante mercado de carbono. Ele apresentou um estudo das áreas de mangue do estado do Rio de Janeiro, que ocupam cerca de 18,2 mil hectares, e tem um valor estimado de R$ 500 milhões em mercado de carbono.  São 8,5 milhões de toneladas de carbono e a projeção de valores não leva em conta o carbono sequestrado anualmente. “Existem diversas outras funções das áreas úmidas, e aqui especificamente dos manguezais, que têm que ser consideradas e também agregam valores, inclusive o valor econômico, sem contar o valor ecológico e o valor social dessas áreas”, concluiu.

Sesc Pantanal
        Cristina Cuiabália, gerente de pesquisa e meio ambiente do Sesc Pantanal, apresentou as ações desenvolvidas pela entidade. A Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) do Sesc Pantanal é a maior reserva privada do Brasil.         Localizada em Barão do Melgaço, no sul do Mato Grosso, abrange uma área de 108 mil hectares. Lá já foram desenvolvidos cerca de 70 projetos de pesquisas que resultaram em 170 publicações. São aproximadamente 200 pesquisadores de mais de 60 instituições parceiras envolvidos nas pesquisas. 

Dia Mundial das Áreas Úmidas
        Com o tema “Agir pelas áreas úmidas é agir para a humanidade e para a natureza”, a live do Ministério do Meio Ambiente em comemoração ao Dia Mundial das Áreas Úmida teve o objetivo de estimular a realização de atividades que chamem a atenção da sociedade para a importância dessas áreas.  
        “Isto é fundamental para que se reconheça a importância ecológica e o valor social, cultural, científico e recreativo das áreas úmidas. O foco da campanha de Ramsar deste ano é uma chamada urgente à ação. É um apelo para mais investimento financeiro, humano e político, a fim de evitar que as áreas úmidas do mundo desapareçam completamente, e para restaurar as que já perdemos”, destacou João Raphael Gomes, Gerente de Projeto no Departamento de Ecossistemas da Secretaria da Amazônia e Serviços Ambientais do Ministério do Meio Ambiente. 
        Um sítio Ramsar é uma zona húmida classificada como local de importância ecológica internacional ao abrigo da Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional.
        “As áreas úmidas proporcionam quase toda a nossa água doce e o Brasil é o país que possui a maior área sob sítio Ramsar. É muito importante todos estarmos aqui reunidos para falarmos desse tema de altíssima importância e o Ministério do Meio Ambiente é o ponto focal administrativo e técnico de Ramsar no Brasil e tem como principal papel fazer com que as orientações da convenção sejam internalizadas no Brasil por meio de políticas públicas", ressaltou a secretária da Amazônia e Serviços Ambientais do Ministério do Meio Ambiente, Marta Giannichi.

FONTE: MMA - Ministério do Meio Ambiente 

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Mais nove parques nacionais recebem antenas para acesso gratuito à internet na segunda fase do projeto "Conecta Parques"

Até o final de janeiro, serão 20 antenas entregues em 18 Unidades de Conservação do país


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Parque Nacional de Itatiaia | Foto: Rodrigo Katayama/MMA

O Ministério do Meio Ambiente está ampliando o acesso gratuito à internet em parques de todo o país. Na segunda fase do projeto Conecta Parques, 11 antenas estão em processo de entrega em nove Unidades de Conservação (UCs).

Seis delas já foram instaladas no Parque Nacional de Itatiaia (RJ), Parque Nacional de Sete Cidades (PI), Parque Nacional Furna Feia (RN), Floresta Nacional de Açu (RN), e Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT). A expectativa é que até o final de janeiro outras quatro UCs tenham antenas instaladas. São elas: Parque Nacional de Anavilhanas (AM), Trilha Caminhos da Serra do Mar (RJ), Floresta Nacional de Brasília (DF) e Parque Nacional da Tijuca (RJ).

O Conecta Parques é um dos eixos de atuação do programa Parque+, que tem o objetivo de fortalecer o ecoturismo e gerar uma consciência ambiental através do contato da população com a natureza, melhorando estruturas e atrativos em parques nacionais.

Inicialmente, a meta do projeto era instalar nove antenas, mas até o final de janeiro o Conecta Parques completará a entrega de 20 antenas para 18 Unidades de Conservação do país. O acesso à internet gratuita para os turistas nas Unidades de Conservação permite ao visitante compartilhar em tempo real o passeio, promovendo o destino visitado nas redes sociais. O acesso ao Wi-Fi gratuito também traz mais conforto e segurança dentro dos parques, além de auxiliar o trabalho de conservação, vigilância e resgate.

Programa Parque+

O Programa Parque+, criado em 2021, é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente com o objetivo de desenvolver o potencial ecoturístico nacional. Entre as quatro linhas de atuação do programa está o fortalecimento do ecoturismo, que prevê melhorias na infraestrutura de Unidades de Conservação.












FONTE: Ministério do Meio Ambiente

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