quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Macacos não transmitem febre amarela

Eles são tão vítimas quanto os humanos e cumprem função de alerta sobre o surgimento do vírus.

Os macacos não transmitem o vírus da febre amarela. Pelo contrário. São tão vítimas quanto os humanos. E ainda cumprem uma função importante: ao contraírem o vírus, transmitido em ambientes silvestres por mosquitos do gênero Hemagogo, eles servem de alerta para o surgimento da doença no local. Desse modo, contribuem para que as autoridades sanitárias tomem logo medidas para proteger moradores ou pessoas de passagem na região.
As informações são do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão do Ministério do Meio Ambiente. A direção do CPB está preocupada com frequentes registros de agressão e até mortes de macacos por pessoas que temem ser contaminadas pelos animais nas localidades onde ocorre atualmente surto da doença no país.   
"Há o receio de que os macacos possam transmitir diretamente a doença aos humanos, mas esse receio é infundado. Isso não ocorre. Em vez de agredidos ou mortos, os macacos devem ser protegidos para que cumpram a sua função de sentinela, de alertar para possíveis ocorrências de surtos da febre amarela", diz o chefe do CPB, Leandro Jerusalinsky.
Já o Ibama faz questão de destacar que, além de prejudicar as ações de prevenção da doença, agredir ou matar macacos é crime ambiental, previsto na Lei 9.605/98. Entre outras coisas, a lei estabelece prisão de seis meses a um ano e multa para quem matar, perseguir ou caçar espécimes da fauna silvestre, em desacordo ou sem a devida licença da autoridade competente. A pena é aumentada em 50% quando o crime é praticado contra espécies ameaçadas de extinção. O surto de febre amarela representa uma grave ameaça para os macacos que habitam a Mata Atlântica. Parte significativa dos primatas do bioma está ameaçada de extinção, entre eles, o bugio, o macaco-prego-de-crista e o muriqui do sul e do norte.
O QUE FAZER
- Ao encontrar um macaco morto ou doente, a população deve informar ao serviço de saúde do município, do estado ou ligar para o Disque Saúde (136), serviço do Ministério da Saúde. - Nada de manipular os animais (não por risco de contrair a febre amarela, mas outas doenças). Caberá aos técnicos da área de saúde avaliarem se há possibilidade de coletar amostras para análise em laboratório e se a morte foi isolada ou atingiu um número maior de primatas. - Em casos de maus-tratos a macacos, as pessoas devem denunciar aos órgãos ambientais (Ibama, ICMBio, Polícia Militar Ambiental e secretarias municipais e estaduais de Meio Ambiente). - O Ibama recebe denúncias de maus-tratos a animais silvestres pelo telefone 0800-618080 (de segunda a sexta, das 8h às 18h), pelo site E-Ouv e presencialmente em todas as suas unidades. Fotos e vídeos facilitam a investigação do crime e a identificação dos responsáveis. - Ao encontrar macacos vivos, sadios e em vida livre, as pessoas não devem capturá-los, retirá-los de seu habitat, alimentá-los, levá-los para outras áreas, agredi-los ou muito menos matá-los.
SAIBA MAIS
Segundo o Ministério da Saúde (MS), a febre amarela não é contagiosa, portanto, macacos não transmitem diretamente a doença, assim como ela não é transmitida diretamente de um humano a outro. Os mosquitos são os vetores, transmitindo-o entre primatas humanos e não-humanos (macacos). o vírus da febre amarela possui dois ciclos básicos: urbano e silvestre. No ciclo silvestre, a transmissão é feita pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes, os mais frequentes na América Latina, e Haemagogus janthinomys, a espécie mais registrada no país.
Há mais de 70 anos, não há no Brasil registros da febre amarela em áreas urbanas. Nas cidades, o mosquito Aedes aegypti é o vetor responsável pela disseminação da doença, sendo que os últimos casos de febre amarela urbana foram registrados em 1942, no Acre.
A doença mantém-se nas regiões tropicais da América do Sul e Central e da África. No Brasil, tem caráter sazonal, ocorrendo mais frequentemente entre os meses de dezembro a maio, quando fatores ambientais (como o aumento de chuvas e de temperatura) propiciam o surgimento dos vetores (mosquitos). As principais medidas de prevenção para humanos incluem a vacinação e o controle da proliferação dos mosquitos vetores. A orientação é que as pessoas que vivem em áreas de risco ou vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata dentro dessas áreas, devem se imunizar (tomar a vacina). O controle da febre amarela em área urbana também passa pelo trabalho de preservação dos habitats dos primatas não-humanos silvestres (macacos). Desflorestar ou matar macacos não impede a circulação do vírus da febre amarela, podendo ainda eliminar o papel de "sentinela" dos primatas e, portanto, essa sua valiosa e insubstituível contribuição para a saúde pública. Os macacos são infectados ao serem picados pelos mosquitos, em período de viremia (presença do vírus no sangue), mas eles não repassam o vírus e podem até morrer, principalmente as espécies mais sensíveis à doença. Já os humanos, ao circularem em áreas silvestres, podem ser picados por mosquitos infectados, contraindo a doença.
Em humanos, a doença causa infecção aguda com febre, icterícia, albuminúria, hemorragia, insuficiência hepática e renal. Pode levar à morte em aproximadamente uma semana, em cerca de 50% dos casos mais graves. Já em macacos, a viremia dura cerca de 3 a 4 dias, com a morte podendo ocorrer entre 3 a 7 dias.

FONTE:  Ascom MMA - com informações do Ibama, ICMBio e MS.

POR; Sândyla Brenda – Assessora de Comunicação do Inama Brasil

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Estudo avalia conservação da Mata Atlântica

Ideia é levantar áreas prioritárias no bioma para preservação e uso sustentável

      O Ministério do Meio Ambiente acaba de iniciar, por meio do Departamento de Conservação de Ecossistemas da Secretaria de Biodiversidade, a 2ª Atualização das Áreas Prioritárias para Conservação, Uso Sustentável e Repartição dos Benefícios da Biodiversidade da Mata Atlântica. A iniciativa tem o apoio do Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê). O prazo termina em 10 de janeiro.
       O processo inclui a realização de consultas a especialistas e oficinas presenciais que terão a participação de instituições governamentais e de pesquisa e organizações da sociedade civil que atuam na Mata Atlântica e que possam contribuir com informações e trabalhos.
    Na primeira fase será realizada uma avaliação dos impactos do processo anterior de atualização das áreas prioritárias realizado em 2007 na Mata Atlântica. O objetivo é consultar entidades governamentais, da sociedade civil organizada e da academia e sistematizar as iniciativas e ações definidas em 2007 que foram implementadas por essas entidades.
      A avaliação desta fase será feita por meio de entrevistas e preenchimento do formulário disponível aqui.
     Instituídas formalmente pelo Decreto nº 5092 de 21/05/2004 no âmbito das atribuições do MMA, as áreas prioritárias são um instrumento de política pública para apoiar a tomada de decisão, de forma objetiva e participativa, no planejamento e implementação de ações para conservação da biodiversidade brasileira, como a criação de unidades de conservação, licenciamento, fiscalização e fomento ao uso sustentável.
     Os resultados do processo de atualização de áreas prioritárias da Mata Atlântica deverão ser utilizados como ferramenta para subsidiar o planejamento mais eficaz de uma estratégia espacial que promova ações integradas de conservação e uso sustentável da biodiversidade da Mata Atlântica, com a participação do governo e iniciativa privada.
     Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail ap-ma@mma.gov.br ou pelos telefones (61) 2028-2028/2028-2293.

*Com informações de Bárbara Fontineli

FONTE: MMA - http://www.mma.gov.br/index.php/comunicacao/agencia-informma?view=blog&id=2786

POR: Sândyla Brenda - Assessora de Comunicação do Inama Brasil

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Curso apresenta ferramenta de medição de mercúrio


Estão abertas as inscrições para capacitação que será realizada em Brasília, no dia 13 de dezembro, no contexto da Convenção de Minamata.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) promove na próxima quarta-feira, 13 de dezembro, treinamento para o Inventário Nacional de Mercúrio, documento que subsidiará a implementação da Convenção de Minamata no Brasil. A Convenção é um pacto internacional, firmado por 128 países, que estabelece critérios rigorosos para eliminação do uso do mercúrio, substância danosa para a saúde e para o meio ambiente.
O objetivo do curso é capacitar instituições relevantes no processo e que podem compartilhar informações necessárias para desenvolvimento do Inventário. A participação é gratuita, mas é necessário inscrição prévia. Os resultados servirão para estabelecer medidas prioritárias para a redução das emissões e liberações nacionais de mercúrio, conforme demandado pela Convenção de Minamata em 2015.

FERRAMENTA
A ferramenta que será utilizada para construção do Inventário - "Toolkit para a Identificação e Quantificação das Liberações de Mercúrio" - foi desenvolvida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente).
No âmbito do MMA, o Departamento de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos executa o projeto Desenvolvimento da Avaliação Inicial da Convenção de Minamata sobre Mercúrio no Brasil. O curso é resultado de acordo de cooperação com o Centro de Apoio à Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (CEAP/FSP-USP).

 SERVIÇO
Treinamento Metodologia PNUMA - Inventário Nacional de Mercúrio - Convenção de Minamata
Data:
 Quarta-feira, 13 de dezembro de 2017.
Horário: das 9h às 17h
Local: Auditório 1 do Edifício-sede do Ibama - Setor de Clubes Esportivos Norte, Trecho 2, Bloco 1, Brasília (DF)
Confirmar presença pelos e-mails: larissa.ciccotti@usp.br, silva.gabriel.mma@gmail.com e ebadziack.mma@gmail.com


Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA)
(61) 2028-1227/ 1311/ 1437
imprensa@mma.gov.br



FONTE: MMA - Ministério do Meio Ambiente - http://www.mma.gov.br/


POR: Sândyla Brenda - Assessora de Comunicação - Inama Brasil

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Educação ambiental: cidades unidas pelo clima


Ministério debate parcerias no Encontro de Secretários de Meio Ambiente das Capitais Brasileiras, o CB27, que segue até quarta-feira, em Recife.


A capital pernambucana recebe o XII Encontro Nacional do Fórum de Secretários de Meio Ambiente das Capitais Brasileiras, o CB27, de hoje a quarta-feira (29/11). Sob o tema "Educar para uma Cidade Sustentável", o evento debate a educação ambiental como instrumento de engajamento social para se alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e as metas do Acordo de Paris. A diretora de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Renata Maranhão, participa dos debates.
Ela ressaltou que, ao definir esse tema para o encontro, o CB27 demonstra a importância de processos formativos que tragam um “outro olhar” para as relações sociedade-natureza e produção-consumo, a fim de construir novas política públicas para as cidades.
O XII Encontro do CB27 reúne secretários de Meio Ambiente das cinco regiões do país para compartilhar experiências bem-sucedidas sobre como educar para uma cidade sustentável. O grupo foi criado durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em 2012, com o objetivo de promover a articulação política e a cooperação entre as capitais, em especial buscando soluções para os problemas ambientais comuns das cidades brasileiras, com foco no enfrentamento à mudança do clima.
Renata Maranhão participou do primeiro painel, nesta segunda-feira (27/11), sobre políticas nacionais para educação ambiental e mudança do clima, ao lado dos palestrantes Silvio Meira, diretor do Porto Digital de Recife; Haroldo Machado Filho, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD Brasil); e Rodrigo Agostinho, do Instituto Arapyaú. À tarde, ela esteve em mesa de diálogo sobre parcerias entre União e estados pela sustentabilidade.
“Este é um evento importante para estabelecermos parcerias com cidades, que são estratégicas e essenciais para o Brasil alcançar as metas estabelecidas no Acordo de Paris”, destacou Renata Maranhão.
O encontro é promovido pela Fundação Konrad Adenauer, em parceria com o ICLEI (Governos Locais pela Sustentabilidade) e a Prefeitura de Recife.
PLANTE RIO
Educação ambiental também esteve na agenda do final de semana (25 e 26/11). Os arcos da Lapa, no Rio de Janeiro, foram cenário para mais uma edição do Plante Rio, evento realizado pelo Ministério do Meio Ambiente com a Fundição Progresso e diversos parceiros.
A iniciativa teve por tema “sobrevivência e utopias reais: agricultura regenerativa nas cidades” e reuniu ações educacionais, como oficinas de farmácia verde, canteiros urbanos e introdução a plantas comestíveis não convencionais; mutirão de plantio de mudas; seminário e rodas de conversa.
Renata Maranhão explicou que a agroecologia e as agroflorestas surgem como componentes importantes para contribuir com os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris de mudanças do clima. “Trata-se de uma alternativa de geração de renda, produção de alimentos e fortalecimento das economias locais e, consequentemente, de diminuição da emissão de carbono”.
Sobre os processos educativos abordados pelo Plante Rio, a diretora destacou que, ao envolver a comunidade, é possível construir, em conjunto, alternativas para as problemáticas ambientais atuais. “O espaço demonstrativo de agroflorestal em frente aos Arcos da Lapa, no centro do Rio de Janeiro, mostra a possibilidade de se produzir alimentos em áreas urbanas”, defendeu.



FONTE: MMA - MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE


SÂNDYLA BRENDA - ASSESSORA DE COMUNICAÇÃO

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Inpe apresenta dados de desmatamento

A taxa consolidada, no período de agosto de 2015 a julho de 2016, é aproximadamente 1% abaixo do que a estimada pelo Instituto

O Ministério do Meio Ambiente e o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações informam que foi consolidada a medida da área de desmatamento na Amazônia no período de agosto de 2015 a julho de 2016.
A mensuração foi realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe no âmbito do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite – Prodes.
A taxa consolidada de desmatamento é de 7.893 km2. Esse valor é aproximadamente 1% abaixo do que o estimado pelo Inpe em novembro de 2016, que foi de 7.989 km2.
O desmatamento observado em 2016 é 72% menor em relação à área registrada em 2004, ano em que foi iniciado pelo governo federal o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal - PPCDAm. Os dados estão disponíveis para consulta no site www.obt.inpe.br/prodes.
O índice do desmatamento relativo ao período de agosto de 2016 a julho de 2017 está em processamento e deve ser divulgado até novembro de 2017.

FONTE: MMA - Ministério do Meio Ambiente

POR: Sândyla Brenda - Assessora de Comunicação do INAMA BRASIL

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Aberta consulta sobre critérios para compras públicas

Técnicos e especialistas já podem acessar propostas de fichas técnicas para testar metodologia combinando Compras Públicas Sustentáveis e rotulagem ambiental


Está aberta até o dia 8 de setembro consulta pública promovida pelo projeto “Compras Públicas e Rotulagem Ambiental – SPELL (sigla em Inglês), do programa ONU Meio Ambiente. Estão disponíveis três fichas técnicas destinadas a testar e aperfeiçoar a metodologia para o desenvolvimento de critérios e requisitos socioambientais para aplicação na contratação de bens e serviços pela administração pública.
Responsável por 17% do mercado de consumo, o governo criou o programa Compras Públicas Sustentáveis (CPS) para estimular a oferta e a demanda por produtos fabricados com preocupações socioambientais. Divisórias, papel sulfite A4 e detergente, itens de larga utilização nos órgãos públicos, são os escolhidos para o projeto piloto. As fichas técnicas já estão disponíveis no endereço eletrônico http://www.participa.br/sustentabilidade.
Elaboradas com a participação de especialistas de várias instituições, do mercado e dos órgãos de controle, têm como base critérios técnicos e análise de mercado. “Os critérios técnicos de sustentabilidade são descritos de forma detalhada, incluindo as formas de verificação de seu atendimento no momento da entrega”, esclarece Raquel Breda, diretora do Departamento de Desenvolvimento, Produção e Consumo Sustentáveis do Ministério do Meio Ambiente. “A participação dos vários setores assegura a legitimidade, legalidade e capacidade de atendimento pelos fornecedores”, explica.
O projeto “Estimular a demanda por produtos sustentáveis através de compras públicas sustentáveis e rotulagem ambiental – SPPEL” busca apoiar o entendimento sobre os benefícios e barreiras ao uso de certificações ou rótulos ambientais e outras ferramentas voluntárias de mercado, em consonância com a legislação federal de Compras Públicas Sustentáveis.
Implementado pela ONU Meio Ambiente, tem em seu Comitê Diretivo os ministérios do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), da Indústria Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e do Meio Ambiente (MMA).


FONTE: Ministério do Meio Ambiente – http://www.mma.gov.br/

POR: Sândyla Brenda – Assessora de Comunicação do INAMA BRASIL

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Abertas inscrições para contratação temporária de 300 veterinários pelo Mapa

Candidatos devem se inscrever pelo site da Escola de Administração Fazendária. Taxa é de R$ 100
Começou nesta segunda-feira (14) as inscrições para o processo seletivo público simplificado destinado à contratação temporária de 300 médicos veterinários pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Os candidatos podem se inscrever até domingo (20) pelo site www.esaf.fazenda.gov.br. A taxa é de R$ 100. O salário será de R$ 6.710,58. Do total de vagas, 20% são reservadas para pessoas negras. A prova está marcada para 17 de setembro e o resultado será divulgado em 6 de novembro.
O edital com as normas da seleção foi publicado na última sexta-feira (11) pela Escola de Administração Fazendária (Esaf), organizadora do processo simplificado. Os candidatos devem ter diploma de curso de nível superior em medicina veterinária e registro ativo nos conselhos regionais ou federal de medicina veterinária. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais.
Os profissionais vão trabalhar na inspeção nas linhas pré e pós morte (antes e depois do abate) dos frigoríficos e serão admitidos pelo período de um ano, com a possibilidade de prorrogação por mais um ano.
A prova objetiva terá 40 questões e será realizada em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Salvador, São Luís, São Paulo e Teresina. Também será avaliada a experiência dos candidatos e seus títulos.
Abaixo os links com as regras para a seleção:


Fonte: Ministério da Agricultura - http://www.agricultura.gov.br/
Por: Sândyla Brenda - Assessora de Comunicação do Inama Brasil